ZYU-236. Kiss FM. Não deixe o rock sair de você

sábado, 6 de setembro de 2014

New Order assina com a Mute e prepara novo disco


O grupo inglês New Order assinou com a Mute Records, gravadora conhecida por nomes como Depeche Mode e Nick Cave and The Bad Seeds, para o lançamento de um novo disco, cujo repertório já está pronto e deve ser gravado em breve.

É o 10º álbum de estúdio da banda de Manchester, que tem 34 anos de existência, e o primeiro gravado sem a participação de Peter Hook, baixista original que deixou a banda depois que teve desavenças com Bernard Sumner.

Bernard Sumner, guitarrista e vocalista, Peter Hook e o baterista Stephen Morris tocavam juntos desde 1976, quando formaram o Warsaw, banda punk que deu origem ao Joy Division. Junto a eles tocou também o cantor e eventual guitarrista Ian Curtis, que em maio de 1980 foi encontrado enforcado, o que fez os três remanescentes a tocar um novo projeto, uma "nova ordem".

O New Order foi, durante muitos anos, formado pelos três músicos mais a namorada, e depois esposa, do baterista, Gillian Gilbert, que toca guitarra e teclados. Em 2001, Phil Cunningham substituiu Gillian, que foi cuidar da filha que tem com Morris.

Em 2007, com a saída de Hook, Tom Chapman assumiu o baixo, causando apreensão nos fãs do New Order diante da perda do talento peculiar do baixista original. Mas Chapman conseguiu, depois, reproduzir o estilo de Hook, procurando tocar notas "agudas" no contrabaixo elétrico.

A princípio essa formação seguiria carreira com o nome de Bad Lieutenant ("mau tenente", traduzido do inglês), mas o grupo voltou a ser New Order, a contragosto de Hook, com o retorno de Gillian. Atualmente o grupo segue como um quinteto, com Sumner, Gilbert e Morris mais Cunnningham e Chapman.

Com essa formação, o grupo veio ao Brasil para tocar na edição local do festival Lollapalooza deste ano, e não decepcionou seus fãs com seu crossover entre rock alternativo e pop dançante, caraterístico do New Order.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Morre Glenn Cornick, baixista e fundador do Jethro Tull


Depois de se retirar de cena por causa de problemas cardíacos, faleceu, aos 67 anos, o baixista Glenn Cornick. Ele havia sido baixista do grupo Jethro Tull e fazia parte da primeira formação que fundou a banda, junto ao cantor e flautista Ian Anderson e outros integrantes. Cornick ficou na banda até 1970.

Nessa fase, o Jethro Tull ainda tinha um estilo calcado no folk e no blues, como se observa no primeiro LP da banda, This Was, de 1968. Mais tarde, porém, o Jethro Tull passou a ser marcado pelo seu estilo de rock progressivo e, nos anos 80, por um folk rock básico.

A notícia foi dada pelo sítio da Billboard. Glenn vivia em sua casa na localidade de Hilo, no Havaí, EUA, onde faleceu. Ian, ao saber da morte do ex-colega, escreveu uma nota no sítio oficial da banda lamentando o ocorrido.

"Glenn era um homem de grande cordialidade e pronto para fazer amizade com qualquer um – especialmente músicos. Sempre alegre, ele trouxe para as performances da fase inicial do Tull uma intrepidez animada, como sua personalidade e música. Durante muitos anos, desde então, Gleen continuou a tocar em várias bandas e era convidado habitual em convenções de fãs do Tull, onde ia participar com entusiasmo para reviver os momentos musicais do repertório inicial", escreveu Anderson.

O Jethro Tull passou por diversas formações, mas Glenn é conhecido como um dos mais importantes músicos que passaram pela banda. Como integrante do JT, ele também participou da apresentação que o grupo fez no Rock and Roll Circus, projeto de apresentações ao vivo promovido pelos Rolling Stones, em 1968.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Leitor Ítallo Philiphe responde a colaborador do blogue

Resposta para postagem anterior:

Respeite os moradores do estado de Goiás , seu povo, sua cultura, sua música, suas raízes, seus costumes, suas tradições!

Se você não gosta de música sertaneja, é seu direito de não gostar, agora denegrir a imagem dos goianos através disso é demais e chamar de Terra Improdutiva é uma piada.

Nosso estado é o líder em aumento de vagas de emprego no Centro-Oeste, e um dos que mais vem recebendo trabalhadores de outros estados por causa do agronegócio, das usinas de álcool e biodiesel, turismo, confecções, laboratórios , etc…

Nosso estado é referência na América-LAtina no ramo de produtos e medicamentos de laboratórias através de nosso polo de Anápolis que tem os Laboratórios TEUTO, NEOQUÍMICA e GEOLAB, além de outras marcas que você já deve ter se medicado algum dia, dentre outras qualidades, que temos…

Assim, temos problemas, como qualquer outro estado da Federação e não aceitaremos que pessoas que se escondem por trás de seu anonimato venham a falar mal dos Goianos! Visitem nosso Estado. Verás que nossa capital é limpa, tem uma das melhores qualidades de vida do Brasil, Goiânia é a 2ª cidade no mundo em quantidade de áreas verdes (só fica atrás de Edmonton(CANADÁ), e nossa capital é uma cidade ecologiamente correta dentre outras qualidades…

Venham a Goiânia e verás que nosso povo, além de educado, humilde e simples, é hospitaleiro e respeitam não só nossas origens e tradições como as dos outros!

Ítallo Philiphe – Goiânia / GO
terça-feira, 26 de agosto de 2014 23:02:00 BRT

P.S: A postagem anterior não é anônima e nela não é encontrado o termo "Terra Improdutiva". Fora isso, vale a resposta e uma justa publicação na área de comentários e em nova postagem.

sábado, 16 de agosto de 2014

'Nheengatu' é o grande CD de 2014. Até agora

Os Titãs lançaram aquele que é até agora o grande CD de 2014 e sério candidato a melhor disco do ano. Nheengatu também é o melhor CD da banda lançado depois do Titanomaquia, de 21 anos atrás (resenha para Titanomaquia aqui). Nheengatu e Titanomaquia formam junto com Cabeça Dinossauro uma trilogia. Talvez ninguém tenha reparado. Talvez os Titãs já tenham percebido ou perceba um dia, já que a banda está prometendo tocar Nheengatu ao vivo na íntegra no próximo sábado no Circo Voador, se a plateia demonstrar todo o entusiasmo que o público tem mostrado nas demais apresentações da atual turnê. Os Titãs já tocaram Cabeça Dinossauro inteiro, chegando a gravar um CD/DVD/blu-ray ao vivo com todas as faixas do vinil de 1986.

Nheengatu resgata e atualiza o estilo ácido, pesado e cru que a banda adquiriu a partir do Cabeça Dinossauro. É também um CD influenciado por sons brasileiros, marca que os Titãs conseguiram manter até mesmo em discos inferiores, como Domingo. Há quem comente que o guitarrista Tony Bellotto é o grande responsável pela sonoridade de Nheengatu.

A banda resolveu fazer um panorama do caos do mundo atual. Aborda vários temas: pedofilia, violência policial, violência doméstica contra as mulheres, pobreza e intolerância sexual, racial e social.

Nheengatu faixa a faixa

1 - Fardado - É uma faixa que disserta sobre a violência cometida por vários policiais durante as manifestações de rua no ano passado. Uma abordagem muito diferente da faixa Conflito Violento, também uma faixa de abertura, mas do CD Século Sinistro, que os Ratos de Porão lançaram também neste ano. Só que, enquanto os Ratos preferem apoiar totalmente os black blocs, os Titãs preferiram chamar os policiais violentos pro mesmo lado. "Você também é explorado, fardado!", diz a música dos Titãs. Como integrantes da banda disseram no programa Encontro com Fátima Bernardes (Rede Globo) serem contra o vandalismo nas manifestações, os Titãs foram acusados por desafetos de defender uma "anarquia institucionalizada".

2 - Mensageiro da Desgraça - História de um sujeito bastante pobre que conta suas desventuras enquanto caminha pelas ruas de São Paulo.

3 - República dos Bananas - Ska bem humorado, semelhante a músicas dos CDs Domingo e A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana.

4 - Fala, Renata - Uma música sobre pessoas que falam demais. Pela repetição de palavras, lembra muito algumas músicas do ex-integrante Arnaldo Antunes.

5 - Cadáver Sobre Cadáver - Praticamente uma marcha sobre a vida e a morte. Mais sobre morte do que sobre vida. "Quem vive, sobrevive" é a frase que resume a música toda. A melhor faixa do disco. Deve estar provocando momentos épicos nas apresentações ao vivo da banda.

6 - Canalha - A única música não autoral do disco. Foi composta por Walter Franco, um dos grandes compositores e cantores alternativos da história da música brasileira.

7 - Pedofilia - As distorções da guitarra de Tony Bellotto prenunciam todo o absurdo do problema abordado pelos Titãs. Aqui a banda preferiu fazer uma abordagem a partir do ponto de vista das vítimas de pedofilia. Chegando a citar o sentimento de culpa das vítimas, mesmo sem terem culpa alguma.

8 - Chegada ao Brasil (Terra à Vista) - Versa sobre a chegada dos colonizadores ao Brasil, em séculos passados, e tudo que esta terra tinha na época. E até coisas que só teria no futuro ("Tem palmeiras, sabiás, mulatas ainda não").

9 - Eu Me Sinto Bem - O segundo ska do disco é a única que segue aquela linha de "músicas de autoajuda" dos discos que a banda fez entre Domingo e Como Estão Vocês?.

10 - Flores Para Ela - Música sobre a violência doméstica contra as mulheres.

11 - Não Pode - Outra música com repetição de palavras, esta cheia de nãos e coisas não permitidas.

12 - Senhor - Aqui temos uma longa profissão de fé dos Titãs, em oposição a dízimos, ofertas e santos de outras crenças. "Querem meu dinheiro / Querem meu salário / Um santo no espelho / Uma sombra no armário".

13 - Baião de Dois - Música profundamente influenciada pela música nordestina, mas com letra cheia de palavrões, bem ao estilo Titãs.

14 - Quem São os Animais? - A faixa de encerramento de Nheengatu faz a defesa da tolerância sexual, racial e social. "Você tem que respeitar o direto de escolher livremente" e "Você tem que respeitar o direito de ser diferente" são versos que acabam resumindo o disco inteiro.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Apesar do rock nacional, rock não é necessariamente de esquerda

Fonte: Facebook.

Luciano Geronimo

Rock é coisa de esquerdoso.

"Rock é coisa de esquerdoso"? Elvis Presley, Neil Young, Joey Ramone e Dave Mustaine não concordariam com isso.

Marcos Vinicius Mesquita

Entre outros. A cena nacional ser dominada por idiotas esquerdosos não significa que o Rock seja. Tai Roger e Lobão pra contrariar.

Pois é. A cena do rock nacional é historicamente dominada pela esquerda caviar. A cena oitentista (a mais bem sucedida) está à frente. Herbert Vianna é lulista assumido. Nasi é filiado do PC do B. Frejat participou da derrotada proposta do SIM no plebiscito sobre a proibição de venda de armas e munição. O Capital Inicial continua naquela onda adolescente de voto nulo enquanto Dinho ostenta símbolos esquerdistas nas camisetas. Cazuza compôs Burguesia, apesar de ter recusado proposta do PT para usarem a música na campanha de Lula de 1989 (talvez Cazuza fosse simpatizante da ultraesquerda, que daria em partidos como PSOL e PSTU). Leoni andou escrevendo umas bobagens, ultimamente. E TODO o punk rock brasileiro está comprometido até a medula com a esquerda.

Mas há exceções. Renato Russo assumiu ser capitalista. João Barone andou batendo boca com governistas na Internet. Paula Toller pediu votos para Geraldo Alckmin no Circo Voador em 2006. E tem os casos mais notórios de Lobão, Roger Moreira e Leo Jaime.

Falando no Dave Mustaine, não sou de comprar discos do Megadeth, mas fiz questão de comprar um: o United Abominations. O disco é demolidor. Só a arte gráfica e a faixa-título valem mais que tudo o que a esquerda caviar gravou ao longo deste século e do século passado.

Marcos Vinicius Mesquita

Dos álbuns recentes do Megadeth o "united" e digno de nota.

domingo, 20 de julho de 2014

Fuzzcas fazem parte de algo maior que nem eles perceberam


Ontem foi dia de mais uma apresentação ao vivo dos Fuzzcas, desta vez no evento Alô Alô Atitude, no Teatro Municipal do Jockey (municipal porque é um teatro administrado pela Secretaria Municipal de Cultura em espaço cedido pelo Jockey Club Brasileiro). Foi uma das primeiras apresentações do grupo depois da participação deles no concurso (classificado como um riélite) Superstar da Globo. A apresentação em si foi memorável. O grupo está cada vez mais afiado no palco. Seja em postura de palco, seja na execução instrumental das músicas, seja no canto de Carol Lima, autora de todas as letras da banda.

O ano de 2014 está marcando uma virada na carreira do Fuzzcas. O grupo começou sua carreira no final da década passada, e sempre foi um dos mais promissores grupos da cena indie carioca. O Fuzzcas tem um CD independente lançado no início deste ano, Feliz dia de ontem, além de um CD demo (um EP, na verdade) lançado nos anos anteriores e uma faixa num tributo a Michael Jackson: uma versão roqueira para The Way You Make Me Feel que a banda costuma tocar ao vivo. Tocou inclusive ontem. Só que neste ano a banda teve uma exposição nacional inédita, por conta da participação naquele festival Superstar. Tá, a banda milita na Internet desde o início, tendo contatos em vários lugares. Mas a TV ainda é a grande vitrine de exposição musical do país e dita a pauta inclusive da Internet. Bom pra banda, que quase chegou na fase final do Superstar e acabou conquistando fãs em vários cantos do país e até no exterior.

O dia de ontem merece uma menção especial na trajetória do Fuzzcas. No cada vez mais efervescente circuito musical carioca, uma conjunção cósmica fez com que houvesse três apresentações de primeira classe ao mesmo tempo no Grande Rio. Enquanto os Fuzzcas tocavam no Teatro do Jockey, Alceu Valença tocava na Fundição Progresso e a Plebe Rude tocava no Bar do Meio, em Niterói. Alceu está na estrada desde 1971. A Plebe está na estrada desde 1981, com um hiato de 1994 a 1999. Os Fuzzcas estão na estrada desde 2006, mas ao tocarem no Rio de Janeiro num dos mais prestigiados teatros da cidade na mesma data em que nomes consagrados da música brasileira tocavam em outros lugares, passaram a fazer parte de algo maior que nem eles perceberam. O cenário nacional da música brasileira está com as portas abertas para o Fuzzcas. Participar do Superstar foi uma prévia. O Fuzzcas tem bagagem musical e cultural para transcender a cena indie carioca e conquistar espaço no cenário nacional. Tem aquela garra típica das melhores bandas de rock, tal como a Plebe. Até com aquela postura de "vamos salvar o rock", bem ao estilo "faça você mesmo", ao invés de esperar que outros façam. Estão inseridos na forma carioca de ver o mundo e abordar assuntos que vão do amor à vida urbana. Não dá para dissociar as letras e o canto de Carol Lima e o instrumental da banda da cidade do Rio de Janeiro, assim como não dá para dissociar os Los Hermanos (hoje em recesso) da mesma cidade e o Alceu do estado de Pernambuco. O grupo Fuzzcas só poderia ter sido criado no Rio de Janeiro, não em outra cidade. Além disso tudo, os Fuzzcas conseguiram uma combinação única de letras espertas e desencanadas, rock clássico dos anos 1960 e 1970 e referências emepebísticas (incluindo versões de músicas de Belchior).

Tomara que os Fuzzcas tenham uma vitoriosa carreira e que ouçamos muito mais deles e sobre eles.

Aqui, a lista de músicas que a banda tocou ontem:

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Morre Johnny Winter, guitarrista de blues, aos 70 anos


Morreu aos 70 anos, em um quarto de hotel na cidade de Zurique, na Suíça, o cantor e guitarrista de blues Johnny Winter. Um dos astros do festival de Woodstock de 1969 e com uma carreira de mais de 50 anos, Winter era um músico de blues com bastante prestígio e entrosamento com o cenário do rock setentista.

Winter gravou cerca de 40 álbuns de estúdio e produziu, na virada dos anos 70 para os 80, três LPs de Muddy Waters, que chamava o músico de "filho". Winter também colaborou em discos de John Lee Hooker e era fã do guitarrista B.B. King, de cujas apresentações lhe inspiraram a iniciar carreira.

Seu estilo sonoro influenciou praticamente todo o rock do final dos anos 60 e decorrer dos anos 70, principalmente o chamado "rock sulista" dos EUA (Creedence Clearwater Revival, Lynyrd Skynyrd e Allman Brothers). Também era muito admirado pelos músicos de rock britânico, como Eric Clapton e Rolling Stones.

Nascido John Dawson Winter III, ele começou sua carreira fonográfica depois que seu concerto de abertura durante a turnê de Mike Bloomfield chamou a atenção da imprensa e das gravadoras, em 1968. Ele também foi considerado um dos cem maiores guitarristas do mundo segundo a revista Rolling Stone.

Musicalmente, ele era também influenciado pela música negra contemporânea do Texas, seu Estado natal, e combinava a sonoridade acústica de Robert Johnson (1911-1938) com o rhythm and blues, a forma dançante e eletrificada do blues.

Johhny também tem um irmão músico, Edgar Winter, que também tem carreira consolidada no blues e líder do famoso Edgar Winter Group. No começo da carreria, os dois chegaram a formar uma dupla no estilo Everly Brothers, que chegou a apresentar em vários programas de TV no Texas.

Ainda não foi divulgada a causa do falecimento do músico. Segundo a agência noticiosa Reuters, Winter deixou pronto seu último álbum, que será lançado em 02 de setembro próximo, que contou com a participação de músicos como Ben Harper e Eric Clapton.

sábado, 12 de julho de 2014

Morre último remanescente da primeira formação dos Ramones

RECÉM-FALECIDO, O BATERISTA TOMMY RAMONE É O QUE APARECE COM A CAMISETA CURTA, MOSTRANDO A BARRIGA.

O último remanescente dos quatro membros originais dos Ramones, o baterista Tommy Ramone, faleceu no último dia 11, em Nova York, vítima de câncer no ducto biliar. Nos últimos anos, além de músico, ele atuava também como produtor de discos.

Tommy participou dos primeiros discos dos Ramones, e seu nome era Tommy Erdelyi. Ele fundou a banda juntamente com o vocalista Jeffrey Hyman (Joey Ramone), o baixista Douglas Colvin (Dee Dee Ramone) e o guitarrista John Cummings (Johnny Ramone).

Os Ramones foram um dos representantes mais populares do punk rock dos EUA, tendo sucedido os pioneiros New York Dolls e Stooges. O grupo é muito popular no Brasil, país visitado pela banda várias vezes.

Apenas Joey e Johnny ficaram em todas as formações do grupo. Os Ramones foram extintos em 1996, depois de encerrarem sua turnê no Lollapalooza. Joey faleceu de câncer linfático em 2001, Dee Dee faleceu de overdose em 2002 e Johnny de câncer na próstata.

Atualmente o legado dos Ramones é representado por bandas derivadas, como Los Gusanos e Marky Ramone and the Intruders, formadas respectivamente pelos músicos que tocaram nos Ramones, como Chris Ward (DJ Ramone) e Marc Bell (Marky Ramone).

sábado, 28 de junho de 2014

O pessoal reclama demais do Detonator

Resposta para Whiplash:

O pessoal reclama demais do Detonator. O personagem não foi feito pra ser levado a sério. É um trabalho humorístico do Bruno Sutter. O cara lida com clichês de várias coisas, desde o metal ao brasileiro médio (quer coisa mais clichê que traje imitando o uniforme da CBF?).

Mesmo sendo clichê e não se levando a sério, Bruno Sutter consegue ser mais sério que muitos pseudo-humoristas, inclusive da TV. Até hoje não o vi destratando nordestinos ou dizendo que "comeria" o filho pequeno de alguém, como alguns estrupícios fizeram por aí.

No que diz respeito à cultura brasileira, tem mais é que ser valorizada. Mesmo num trabalho humorístico como o do Detonator. Ainda mais num gênero há vários anos naturalizado, como o metal. Se o Bruno se aprofundar na cultura brasileira, não faltará assunto.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Kiss FM voltou ao ar hoje

Contrariando expectativas da equipe do blogue, a Kiss FM voltou ao ar hoje no Rio de Janeiro, ainda na fase de testes, que se prolonga desde fevereiro. Tanto que a rádio já está alternando horários no ar e fora do ar. É evidente que o sinal e o som da rádio ainda estão precários. Só os receptores mais potentes captam o sinal da rádio. Mas é melhor que nada.

O Rio de Janeiro continua na expectativa pela resolução dos problemas da Kiss FM e pela sua inauguração.